CRIATICIDADES

Um blog para discutir sobre como a Economia Criativa pode contribuir para o futuro do desenvolvimento das nossas cidades.

De forma geral, é possível ressaltar três abordagens do conceito de economia criativa:

Indústrias Criativas

Entendidas como um conjunto de setores econômicos específicos, cuja seleção é variável de acordo com a vocação da região ou país e potencialidade de geração de riqueza, trabalho, arrecadação tributária e divisas.

Economia Criativa

Além das indústrias criativas, o impacto de seus bens e serviços nos setores econômicos tradicionais (e.g. o impacto da moda sobre o têxtil ou o da arquitetura sobre a construção civil) e as conexões que estabelecem entre eles.

Cidades e Espaços Criativos

Vistos como espaços nos quais as conexões, inovações e cultura revelam e valorizam as singularidades locais, em dimensões tão complementares quanto a econômica, a cultural, a social, a urbanística e a turística.

– Adam Sendler

A economia criativa possui capacidade, portanto, por meio da agregação de traços de diversos outros tipos de conceitos, utilizando-se de um toque próprio e inovador.

Da economia da experiência, reconhece também o valor da originalidade, dos processos colaborativos e ainda da prevalência de aspectos intangíveis na geração de valor, até mesmo na cultura.

Da economia do conhecimento, inclui a ênfase no trinômio tecnologia, qualificação de trabalho e geração de direitos de propriedade intelectual.

E, da economia da cultura, ressalta a importância da valorização da autenticidade e do intangível cultural único e inimitável.